CONTATO no fim deste arquivo — WhatsApp e e-mail — antes de publicar; sem isso o formulário não tem para onde enviar. Este aviso desaparece sozinho quando você preencher.
Quase toda empresa tem por onde receber uma denúncia — um e-mail, uma caixinha, o RH. Quase nenhuma consegue provar o que aconteceu depois: quem leu, quando, o que foi apurado, o que foi decidido e o que a pessoa recebeu de resposta.
Sinala Voz · canal de denúncias e manifestações · plataforma operada por A L Ayres Barboza Ltda
Não guarda quem leu nem quando. Não conta prazo. Não protege o metadado da foto. E o RH inteiro tem acesso à caixa.
Sem protocolo, o trabalhador nunca fica sabendo se o relato dele virou alguma coisa. Da segunda vez, ele não relata.
Em boa parte dos casos, o RH é a área citada no relato. E não há registro de que a conversa existiu.
Ter o canal não protege ninguém. Provar como ele funcionou é o que protege.
Sem instalar aplicativo. Pelo celular, pelo computador ou por QR Code.
Toda foto de celular carrega latitude, longitude, modelo do aparelho e hora exata. Todo PDF carrega autor e datas. O Sinala Voz reescreve o arquivo antes da primeira gravação — o que sai do celular não é o que fica no banco.
Vale para EXIF e GPS de foto, autor e datas de PDF, tags de áudio — inclusive a segunda imagem que o celular esconde dentro da própria foto, que é onde a localização costuma sobreviver. Arquivo que não se consegue higienizar com segurança é recusado, nunca guardado como veio.
No portal público não há IP, cookie nem identificação de aparelho. Não é garantia de anonimato — é ausência de dado.
Nada de rede vira registro: nem no banco, nem no log da aplicação. A contenção de abuso trabalha em memória e some junto com a requisição. Não existe o que vazar porque não existe o que guardar.
Acesso ao conteúdo exige permissão nominal e expressa. Nenhum papel administrativo a herda — e quem administra a conta costuma ser exatamente o RH ou a diretoria, que podem ser o alvo do relato.
Não é a existência do canal. É a linha do tempo do que a empresa fez — com quem, quando e o que foi decidido, em trilha que só cresce — nada nela é reescrito.
O encerramento tem quatro resultados possíveis — e improcedente também é evidência.
Sem aplicativo, sem cadastro, sem senha. Anônimo ou identificado — a escolha é de quem relata, e nenhum campo de identificação é obrigatório em nenhuma hipótese.
No portal, quem se apresenta é a sua empresa: o canal abre com o nome dela e com o texto de acolhimento que você escreve. A Sinala assina discreta no rodapé — o canal precisa parecer da empresa para o trabalhador confiar nele.
Telas do produto, capturadas do canal em funcionamento.
Aplicação, banco de dados e anexos hospedados no Brasil. O e-mail transacional também.
Contados do encerramento e fixados em contrato com a sua empresa. Denúncia reaberta e encerrada de novo recomeça o prazo.
Nem o administrador. Ao fim do prazo, o texto livre é destruído e sobra o registro estatístico: protocolo, categoria, gravidade, datas, resultado e trilha.
Armazenamento dedicado e privado, sem versionamento e sem exclusão reversível — para que a destruição prometida seja real.
Nenhuma consulta atravessa a fronteira da sua conta: o identificador vem do token assinado, nunca de um cabeçalho. Verificado por uma suíte de testes que bloqueia a publicação de código se falhar.
Quando o trabalhador escolhe se identificar, o dado vive em tabela separada, de eliminação independente do restante da denúncia.
Não há integração com folha, importação de base nem projeto de TI. O que entra na configuração:
Uma conversa com o canal aberto na tela: você registra uma manifestação pelo celular, vê o que chega ao comitê no computador e o que fica na trilha de auditoria. Sem slides.
Identifique. Previna. Proteja.
Escolha por onde prefere me mandar. A mensagem já vai montada.